segunda-feira, abril 27, 2015

[eu não tenho um título legal pra inserir aqui]


Eu ganho dinheiro com as minhas palavras. Essa frase até assusta um pouco, não consigo pronunciar em voz alta. Mas é isso, na real, que acontece. O trocado que cai na conta todo mês, a bufunfa que eu saco no banco, é fruto das letras que eu digito, das combinações de palavras, das formações de frases e do sentido que eu dou ao texto. E se eu posso ganhar dinheiro só com palavras, o que parece não ser nada (mas é, um tanto), então eu não me sinto tão mal. Porque eu me sustento com o que eu crio, com o que eu invento. Vendo minhas ideias, convertidas muitas vezes em sonhos. E se eu tenho pés pra ir longe, mãos pra escrever de um tudo e um cérebro pra voar alto, então eu posso ir mais alto ainda.

O que eu quero dizer com isso é que faz bem dar uma cutucada em nós mesmos e avaliarmos as nossas próprias capacidades. Se nós chegamos até aqui, podemos ir ainda mais longe. [autoajuda:on] Não desistir de encontrar um novo caminho pra seguir, fazer novas escolhas, projetar novos sonhos, e não desanimar. porque a concorrência é grande, os cérebros são muitos, e você tem que buscar o tal do “diferencial” todo santo dia. O mundo pode não abrir portas sempre, mas a  vida prepara um espaço exclusivo pra cada um. O lance do “o que é meu tá guardado” e aquela “existe o tempo certo pra tudo” são os clichês mais absolutos que existem.

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